
Foto capturada do Flickr de Renata D´Almeida
Foi só rolar a tal promoção da Nestlé, que narrei no post anterior e logo pintou outra no mesmo estilo de “caçada”. Acabou de ser lançada, com o Fausto Silva como garoto-propaganda, uma promoção da Unilever, na qual eu também poderia aproveitar produtos que já tinha em casa, sem precisar ir às compras pra participar. Foi moleza. Bastou catar umas embalagens de Omo, o sabão em pó sem preconceito, e da maionese Hellmans, aquela do “homem do inferno”. Como já falei da alegria de procurar em casa por artigos válidos para uma promoção, não vou me repetir aqui.
Então vou falar sobre os prêmios. Sabe o que é interessante? Não tenho ideia de quais sejam os prêmios! Eu tô no automático agora! Tem concurso? Tamos aí. Não interessa nem se o prêmio é apenas um tampa de caneta Bic (se bem que tampas de caneta Bic seriam bem úteis, pois tenho várias esferográficas com tampas perdidas). Essa coisa de ser o Homem-Promoção já anda me preocupando. Eu outro dia me vi revirando o lixo da casa de um amigo, pra ver se tinha embalagens da Nestlé ou da Unilever. Qualquer dia estarei disputando lixo com catadores na rua.

OK. Então vou ver no site o que dizem sobre os prêmios. Hummm. Dinheiro! Ou melhor, ouro (que de acordo com Silvio Santos vale mais que dinheiro). Ou melhor, certificados de ouro, que tira toda a graça da coisa. Legal seria ganhar as barras de ouro que aparecem nos anúncios. Aí os promotores do concurso mandariam seguranças acompanharem você até um banco com caixa-forte, na qual você depositaria as barras. Quando quisesse converter o metal em dinheiro vivo, passaria pelo Centro da cidade, deixaria-se abordar pelos entregadores de papeizinhos “compro ouro”, juntaria todos os caras, poria numa van e ia até o banco, onde eles pegariam as barras e deixariam a grana na sua mão. Isso sim é que seria divertido. Papel com certificado de ouro? Nem sei como transformo isso em grana, mas tenho certeza de que não vai ser tão maneiro.